sábado, 29 de maio de 2010

#5

outro dia desmanchei
ao tocar a ponta do lápis
no papel

meus restos foram varridos
confundidos
com poeira de casa abandonada

corpo novo
velh'alma
m(eu) poema jazia na lata de lixo

4 adendos:

vanessacamposrocha disse...

vale a vida
ser de poeira e
poesia!

(gostaria de te mandar as crônicas do jornal, pode me passar se e-mail?)

Sérgio Luz disse...

claro.

O e-mail é: perivaldoblog@gmail.com

flaviadoria disse...

gostei dos seus resmungos.

Anônimo disse...

Corpo novo, é? Tá malhando ou perdendo cabelos? rs
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Gostei muito das imagens.